6 de agosto de 2012

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Viagem: Nova Zelândia (Auckland, Rotorua e Waitomo)

Continuando o post sobre minha viagem pela Oceania. Já falei sobre Sydney e agora vou falar neste último post sobre Auckland.

Saímos de Sydney e depois de 3 horas estávamos em Auckland. Os brasileiros precisam de visto para entrar no país, mas o visto é dado na hora. Por este motivo, são feitas várias perguntas na hora da imigração como:
Quanto tempo vai ficar no país?
Vai alugar carro?
Tem roteiro pronto? Quero vê-lo.
Qual é o motivo da viagem?
E assim outros perguntas também foram feitas e tudo deu certo!

Auckland é um lugar delicioso, mas você vai gostando aos pouco, bem diferente de Sydney que você já ama assim que sai do aeroporto.
Auckland vai te conquistando aos poucos e quando você vê não dá mais vontade de ir embora.
Em Auckland o tempo é muito dinâmico. Na mesma hora que o céu está azul, você já começa a ver nuvens pretas vindo do mar. Como venta bastante o tempo é inconstante e sempre cai uma chuvinha, então é bom ir preparo para isso.
A cidade é limpa, segura, calma e sem muito agito. Fomos no mês de maio, é meio frio e não passa muito de 15 graus.
Auckland tem 1,5 milhões de pessoas, isto é, pequeno para uma ex capital e maior cidade da Nova Zelândia.
Como venta muito a cidade é conhecida como a cidade da vela e também é conhecida por ter a maior marina do hemisfério sul. Outra curiosidade é que Auckland é um local com muita concentração de vulcões inativos.
Existem 15 vulcões na cidade de Auckland e 35 vulcões na província, onde todos estão extintos e sem probabilidade de voltarem a ficar ativos. :o))))

Como sempre, chegamos e era já bem no final do dia, mas deixamos nossas coisas no hotel e fizemos o reconhecimento da área. Andar no Viaduct District, Fish Market e andamos também pela Queen Street.

Para variar é mais um local que andar a pé é a melhor dica. E olha que andamos hein??? Fomos andar pelo bairro de Parnell, que é o bairro mais tradicional de Auckland, que por sinal é muito fofo e parece que com cidade de Canelas no Sul do Brasil.

Vimos uma igreja com o maior vitral do hemisfério Sul e tivemos sorte que ela estava aberta, caminhamos até o Parque das Rosas e depois de lá fomos até o Monte Eden Garden onde é um vulcão extinto e o ponto natural mais alto de Auckland.

Visitamos o museu de Auckland, onde conta a história dos países polinésios. Lá você vai ver fotos e história sobre os vulcões, sobre vestimentas, utensílios, animais, etc. Ele é bem grande, completo e interessantíssimo.

Haja fôlego para subir até Monte Eden Garden, mas depois que você chega tudo compensa. A vista é linda e inacreditável de imaginar que ali lavas de fogo eram lançadas...
Deu para ver um pôr do sol bem lindo e depois conhecemos a cervejaria Galbraith Brewering. Estava muito frio e lá dentro estava cheio, com lareira, boas cervejas e uma comida deliciosa. Ficamos até tarde curtindo este momento e conhecendo as ótimas cervejas que tinham neste lugar.



















Compramos o ticket para subir na Sky Tower o qual dá direito de subir várias vezes no dia e se você paga um pouco a mais tem direito de subir também a noite. Vale a pena subir a noite, porque ver a cidade lá de cima, com as luzes é muito lindo. Pagamos para subir no deck que é o lugar mais alto, que eu indico porque além de ter menos visitantes o formato dos vidros são diferentes, facilitando assim para tirar fotos.

Pegamos um ônibus e fomos até Mission Bay. Foi muito gostoso andar por lá, curtir a orla e aproveitamos para almoçar em um restaurante com uma lareira deliciosa para nos aquecer, já que estava frio lá fora. Mission Bay é um lugar muito agradável que vale a pena conhecer.
De lá fomos até o aquário Kelly Tarlton's Antarctic Encounter. A maior atração do aquário são os pinguins Imperador. Nossa, que emoção! Como são lindos!
Eles são gigantes, vivem abaixo de -50 graus... Imaginam soltos na natureza??? Passamos por uma experiência incrível este dia, porque ouve-se falar muito deles, já vimos pela televisão, fotos, mas pessoalmente são demais!



















Neste dia foi meu aniversário e comemorei duas vezes, já que o fuso é tão distante que enquanto em Auckland era sábado (meu aniversário), no Brasil era sexta-feira. Ainda bem que a idade aumentou apenas uma vez né? rsrs.

Fomos comemorar na noite de Auckland e é bem agitada, com vários restaurantes deliciosos.

Tiramos um dia para ir até Rangitoto Island. O ferry saiu bem cedo, preferimos assim porque depois iriamos conhecer Devenport.
O ferry deixa o grupo lá e vai embora. Tem só 2 ferries para levar embora da ilha, então muito cuidado para não perdê-lo, porque se perder o último ferry você ficará lá. Lembrando que não tem estrutura nenhuma na Rangitoto Island, então você passará a noite no frio e sem comida.
É indicado levar uma blusa, água e uma fruta porque lá não tem nada para vender. Inclusive é bom ir bem confortável, sem salto por exemplo, porque o chão é todo irregular com pedras vulcânicas. Eles avisam muito bem sobre a volta e são bem enfáticos na questão de que se perder não terá como ir buscá-lo!

Chegando em Rangitoto você já sente que está em um lugar incrível e primitivo. Fizemos nossa caminhada de 1 hora até chegar no topo do vulcão extinto e durante todo o trajeto tem placas com explicações. O mais legal é que como o lugar é muito preservado você caminha nas pedras pretas vulcânicas com o chão todo irregular. Magnífico!
O solo é muito fértil que árvores e plantas cresceram viçosas. Este vulcão existe a cerca de 600 anos e só depois de mais ou menos 200 anos começaram a nascer vegetação. A Ilha é muito preservada e considerada sagrada pelos maioris.

A vista lá de cima é linda demais. Ficamos contemplando e fomos abençoados por um dia lindo, com céu azul e sol. As fotos ficaram perfeitas!

Depois de curtir a ilha, saímos de lá no horário marcado e descemos do ferry em Devenport.
Devenport é um bairro muito gostoso, com casinhas lindinhas, vida calma e tem uma rua central onde é bem movimenta, cheias de restaurantes e lojas de artesanato.
Tem uma pub delicioso nesta rua e óbvio que paramos para beber algumas ótimas cervejas e comer algo.
Neste bairro de Auckland tem vulcões extintos também, mas já descaracterizados. Mesmo assim vale subir pela vista!











Tiramos mais um dia para visitar Rotorua e Waitomo. Contratamos um tour ainda no Brasil para este dia que é a empresa NZBR. Falamos com o Flavio que é um brasileiro bem simpático.
O tour foi perfeito, tudo dentro do horário. Este passeio leva o dia todo, saímos 06:30 e voltamos 18:30. Tivemos sorte de ter nós e mais um casal, então curtimos muito o tour.
Quem quiser conhecer melhor o bom mesmo é se hospedar em Rotorua, já que a cidade é linda, cheia de hotéis, muita história e enxofre para todos os lados, rs.

O tour nos levou para um parque em Rotorua, onde tem uma vila dos maioris. É impressionante ver lagos que a água borbulha de tão quente, chegando de 85 graus até 100 graus.
O chão de terra onde pisávamos era quente, alguns lugares tinham lamas que borbulhavam... Fumaça por todo lado e o cheiro de enxofre também.
O cheiro é ruim claro, mas nada impossível... Fica mais intenso quando passa perto da fumaça, mas fora isso o cheiro é suportável.
Os maioris cozinham ovos, milhos, na água quente e eles embrulham a comida e colocam em buracos com tampa... O vapor cozinha muito rápido.
Até o cemitério é diferente porque os corpos não são enterrados dentro de um buraco e sim são colocados sob a terra e cobertos com concretos. Totalmente impressionante e uma experiência incrível. Vimos uma apresentação de dança dos maioris e almoçamos a comida típica deles. Tudo muito bom!

Depois o tour nos levou para Waitomo, onde faríamos uma parada na Caverna de Waitomo para conhecer as Glow Worn Caves.
Nesta caverna tem vermes que ficam acesos na escuridão. Uma luz azul linda que parecem até luzes de led. Ficamos impressionados com a beleza e pensando, como a natureza é perfeita!!!

A visita na caverna é guiada, você anda pelas partes onde tem estalactites e estalagmites, depois entramos em uma canoa totalmente no escuro, onde o guia vai nos levando para onde estão estes vermes. O silêncio tem que ser quase absoluto, porque eles podem se assustar e apagar a luz como defesa.
As luzes enchem os olhos! Tudo em sua volta para e você só observa não querendo acreditar no que vê de tão perfeito!

No caminho de Rotorua para Waitomo o guia passou na casa do Kiwi para conhecermos. Kiwi é um pássaro muito importante deles, o qual tem um hábito noturno, não tem asas para voar e o seu ovo é maior que de um avestruz, sendo que ele é bem menor.
















Nossa viagem foi maravilhosa, cheia de novidade e incrível. Valeu muito ter viajado para tão longe e se puder um dia ainda voltaremos!


Beijos :o)











6 comentários:

Flávia Mergulhão disse...

Lugar simpático e parece bem tranquilo!
Gostei!
Bjos

Ju disse...

Oi, Carol
Que viagem maravilhosa. As imagens estão ótimas, amei tudo e viajei um pouquinho nelas!!
Fiquei feliz com sua visita e por ter gostado das minhas artes.Também estou ficando apaixonada por patchwork e corações e borboletas são meu ponto fraco: gosto muito!
Bj e uma linda quarta-feira para você.
Ju

Nicole O. disse...

tudo mt perfeito

-Participe você tambem do sorteio que está rolando lá no blog:
http://umanoitemparis.blogspot.com.br/2012/08/parceria-mimo-e-sorteio.html

Grande beijo!
umanoitemparis.blogspot.com

Suzyy - Vaidades Femininas disse...

Amiga, vc é chique. Vc gosta mesmo de viajar. Preciso criar mais coragem pra viajar pra longe. Bjs
www.blogdasuzyy.blogspot.com

Olga Santos disse...

Ei, achei seu blog quando estava procurando coisas sobre Auckland! Adorei seus relatos e dicas. As fotos pra ilustrar também são ótimas!
Você sabe me falar o nome dessa igreja que vc foi? Achei linda :)
Obrigada!

Carol Vieira disse...

Olá Olga.

Obrigada pela sua visita no meu blog.
Esta é a igreja Holy Trinity Cathedral.
Bjs :o)

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